Tangerine, 2015

É véspera de Natal em Los Angeles e Sin-Dee está de volta ao bairro, depois de passar 28 dias atrás das grades. Ao ouvir que seu namorado, um cafetão, não lhe foi fiel enquanto esteve presa, ela e sua melhor amiga, Alexandra, embarcam em uma missão para desvendar a veracidade desses rumores escandalosos. A odisseia as leva por um passeio pelas muitas subculturas de Los Angeles, incluindo a de uma família armênia e sua maneira muito própria de lidar com a infidelidade. Todo estrelado por atrizes transexuais, o longa foi filmado com iPhones. Seleção oficial do Sundance 2015‘. É através desta sinopse que esta preciosidade de filme foi apresentada no Festival do Rio do ano passado.

 

‘Caótico, cru, maravilhoso e obrigatório! Todo filmado num iPhone 5. Genial em muitos aspectos’.

Esta foi a minha declaração [postada no Facebook] ao sair do cinema, ansioso para dividir com alguns amigos [que julgo serem mais sensíveis aos temas abordados]. Fui muito impactado pelo filme que é uma daquelas produções raras que surgem de vem em quando e arrebata fãs e aplausos mundo a fora, e neste caso, pela coragem, simplicidade mas principalmente pela beleza. Que filme bonito!

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O filme tem uma narrativa forte, contínua e imprevisível. Cores intensas, ritmo e trilha alucinantes e uma humanidade que não cabe na tela. Dá pra ver a ternura na brutalidade, o amor no ódio, a completude no vazio.

Veja o trailer abaixo e já programe-se pra assistir. Vale muito a pena.

Mais informações sobre o filme aqui e aqui.